Workshop e Celebração de Yule, o renascer da Luz
Informações e Inscrições: harmoniaviva@gmail.com
3º Workshop mensal integrado no curso NO CORAÇÃO DA DEUSA”, SOBRE OS ARQUÉTIPOS DO SAGRADO
- Criamos juntas um espaço sagrado, com amor, essências, cânticos, invocações, partilha e a magia da Deusa.
- Honramos Cailleach, Ana (a Grande Mãe Universal dos povos mediterrânicos e pré-Indu-germanos, também adorada pelos povos da Lusitânia) e as Deusas mães. Trabalhamos e conectamos com o elemento TERRA: SILÊNCIO E SABEDORIA.
- Cerimónia branca da transmutação das águas das nossas dores, em esperança e poder interno renovados.
- Ritual grupal de Lua cheia: sanar, reforçar o arquétipo da MÃE; dar à Luz os nossos dons e talentos; manifestar prosperidade nas nossas vidas. A Lua cheia foi no passado um tempo de cura e de partilha dos anseios, da capacidade criadora, de poder do sangue-vida, e dos dons inatos da mulher. Vamos celebrá-los no mesmo espírito e comunhão.
Mito principal de Yule: Nascimento da Criança Divina_Luz-Sol em cada um de nós. Este renascimento não pertence a nenhuma instituição, pois È um acontecimento, uma conversão interna à Luz da nossa Alma, uma alquimia sagrada que ocorre quando nos rendemos ao Amor da Vida em Nós.
Desde o Samhain que o dia se tornou mais curto e frio e a fauna e a flora dormem profundamente. No solstício do Inverno, a Deusa grávida pressente o momento do seu filho renascer. É então que na noite mais curta do ano, fecundado no fogo da terra, o ventre materno, a criança-divina-solar renasce. É o Filho da Deusa, portador de esperanças… A tradição relativamente moderna de decorar árvores de Natal é um costume que se desenvolveu dos bosques de pinheiro associados à Grande Deusa Mãe. As luzes e os enfeites pendurados na árvore como decoração são, na verdade, símbolos do sol, da lua e das estrelas, como aparecem na árvore Cósmica da Vida. Representam também as almas que já partiram e que são lembradas no final do ano. São celebrados, o amor, a união da família e as realizações do ano que passou e a esperança na renovação da Vida na estação seguinte.
Algumas Deusas cultuadas nesta época: Isis, Athena, Hathor, Ixchel, Minerva, Démeter, Gaea, Diana, Brigid, Belisama, Arianrhod, Skuld, Aradia, Selena, Sulis, Gwenhwyfar, Blodeuwedd, Rhiannon-Epona, Befana, Holda, Maria, Tonazin, Lucina, Bona Dea, Eva, Hartha, Freya… Todas as Deusas virginais, das neves, do frio e deusas Mães.
No Yule…
“Desenvolver a fecundidade da Alma feminina, honrar a sua linguagem, sacralizar o seu sangue da Vida, desenterrar os seus rituais milenares, mudar a pela da cobra no Samain, dançar com os lobos na Lua Cheia…
A Mulher é terra, lua, xamã e força-natureza.
Nutrir-se de silêncio, de beleza e de doçura.
Nutrir-se do riso das outras mulheres, suas irmãs.
Recolocar o seu fogo dentro e no centro de Si-Mesma, onde ele pertence.
Ser o vaso da sabedoria feminina, a Alquimista do seu destino, a transmissora do conhecimento dos mistérios da Vida e da terra.
“Enche a tua taça de rosas, a tua taça de cristal. Senta-te na janela a nascente. Toma a lua nas tuas mãos como uma bola de cristal radiante e medita na beleza da tua existência. A beleza de existires… simplesmente!”
Mulher curada, inteira, moldada pelas próprias mãos à imagem e semelhança da Luz da sua Alma.”
Vera Faria Leal







