WORKSHOP DE MABON – celebrar o equinócio do Outono
 Para mulheres e homens.
Sábado 24 (9H30-8H30) e domingo 25 Setembro (09H30-13H00)
Local: https://quinta-da-calma.comAlmancil, Algarve

Em parceria coLogo CSFFC_FINAL-CORm Luísa Barbosa e Joaquim Pragana, organizadores no Algarve.Para garantir a sua participação, uma vez que as vagas são muito limitadas, envie por favor esta Ficha de Inscrição preenchida para o email luisa.barbosa12@gmail.com

Retiro/Workshop integrado nos Cursos BodySoul Work: CURSOS do FEMININO e MASCULINO                                                                                  CONSCIENTES e SAGRADO FEMININO©
                       Direitos reservados. http://www.verafarialeal.com.pt

O ARQUÉTIPO DAS DEUSAS/DEUSES RAINHAS E REIS – soberania, poder pessoal, liderança, maturidade

Sem Título

Carta do baralho ORÁCULO DO SAGRADO FEMININO DE VERA FARIA LEAL

E a Roda do Ano gira de novo… a partir de 21 Setembro, entramos (hemisfério norte) na estação das segundas colheitas, Mabon. Mês da Lunação da Virgem, signo profundo que revela uma das facetas da Deusa -una e inteira em si mesma; signo da cor doirada das colheitas de cereais, da alegria de servir e de trabalhar a matéria pela purificação; a pureza da perfeição espiritual pode, pela acção da Virgem. manifestar-se como Luz-consciência na matéria incarnada, corpo da Deusa. Também o signo da Balança, que nos pede o trabalho com o equilíbrio deque o equinócio é o portal. Conheceremos as tendências astrológicas do

equinócio e aprofundaremos a maravilhosa proposta que este Mabon nos oferece, nas cores magnificas da maturidade da natureza, que nos estimulam ao despertar da nossa soberania e realeza pessoais!
Equinócio do Outono, momento em que a noite e o dia têm a mesma duração, simbolizando uma fase de equilíbrio entre polaridades, Yin/Yang (dia/noite/ actividade/repouso/ extroversão/interiorização, etc. Um dia após o equinócio, os dias começam a ficar mais pequenos que as noites e a Natureza convida-nos a prepararmo-nos para interiorizarmos gradualmente, para nos retirarmos cada vez mais da pressão dos compromissos exteriores, para conectarmos mais e mais com os sentimentos, os sonhos, a memória, o inconsciente, a Alma. Sendo a época das segundas colheitas, é o tempo de agradecermos por tudo o que colhemos ao longo desse ano, ainda com maior sentido de partilha, solidariedade e Acção de Graças do que na primeira colheita, em Lammas (1 Agosto). Tempo de manifestar gratidão a tudo e a todos, à Mãe Terra, Gaia, em cujo seio temos existência.
VAMOS FAZER RITUAIS, CELEBRAR A MENOPAUSA/ANDROPAUSA, CAMINHAR O LABIRINTO E MUITO MAIS…LABIRINTO10

Vamos trabalhar ainda…
Na cura das feridas entre Mães e Filhas/filhos e esta grande cisão do feminino.

 As mães querem ser reconhecidas; as filhas querem amor; as mães carregam as feridas da invisibilidade, e a raiva de “não existirem” para além do serviço prestado, da dependência opressora, e da dor da filha que um dia também foram. As filhas têm medo da mãe, seja esta a grande nutridora seja a grande devoradora, medo de sair de casa e cortar o cordão; medo de desafiar, medo de se desmembrarem ao partir. As mães querem “ser incluídas na agenda das filhas” e com elas “fazer sopa”, literal e simbolicamente, a sopa que nutre a alma. As filhas não querem “ser iguais às mães” até que percebem que as dores são as mesmas, pois o sofrimento não tem compartimentos de 1ª ou 2ª classe. As filhas querem “ser sofisticadas” e ultrapassar o medo e a revolta da sua criança; as mães sentem que “dão tudo” e ficam vazias, como uma casa desabitada. As mães querem “ser fortes” porque ninguém poderia aguentar com as suas dores, mas na sua vitimização estão sempre a mendigar amor. As filhas querem ser reconhecidas pela sua individualidade e ter muito sucesso, para depois, secretamente, o “carpirem” em vazio e desnutrição de alma, porque desconectadas com o feminino. Mães e filhas, precisam curar as suas feridas, enraizadas na cisão do feminino, e desbloquear o fluxo do amor… O Complexo negativo mãe-filha e as suas consequências nas adições, compulsões, e na anorexia, bulimia, obesidade. Como libertar-se das projecções negativas inconscientes da mãe má e construir um feminino positivo interno (para que as relações sejam mais felizes e conscientes). Como curar as feridas mãe-filha e ser uma boa mãe para si mesma. O feminino reprimido e a falta de auto estima, das relações infelizes, a depressão, a auto sabotagem, as adições e vícios. A mãe má e a filha escudada. Quando nos abrimos ao feminino, a alma e o corpo choram o tempo perdido um do outro.” 
Excerto de texto de Vera Faria Leal
 

Que neste Mabon, sejam abençoados com uma colheita abundante de Vida, criações, relações maravilhosas, sabedoria, fraternidade; que possam saber que o mistério da Vida não se alcança pelo conhecimento, mas se recebe como revelação. Que possam por isso , saber tornar-se receptivos, mansos, para deixarem que a Vida sagrada vos FAÇA. E que nessa imensa Graça, possam descobrir-se, e amar-se como nunca!
Com amor,
Vera Teresa

 ”O encontro com a Mãe Divina é uma etapa essencial para a nossa consciência, totalmente incompreensível para o intelecto. Porque a Grande Mãe é o Todo. Ela é o próprio Corpo da criação, Ela sustém o universo, a sua Essência está em todo lado. E a sua Essência é Amor puro. Ela é a Matriz última, da qual somos todos filhos…” Marie Elia in Rencontres Avec la Splendeur

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