WORKSHOP AS DEUSAS EM CADA MULHER

Introdução à psicologia e ao sagrado Feminino Cursos criados por Vera Faria Leal, direitos Registados

Maia, 15 (das 19H00-22H00) e 16 (das 10H00-18H00) Junho

 Com Vera Faria Leal www.verafarialeal.com.pt

 

Como se inscreve:

Envie email para harmoniaviva@gmail.com e ser-lhe-á remetida Ficha de Inscrição.

Com a experiência de 9 anos de trabalho regular com estas temáticas, palestrante convidada na Conferência Internacional da Deusa de Madrid e membro da Irmandade das sacerdotisas de Avalon http://www.goddesstemple.co.uk/index.php?option=com_content&task=view&id=59&Itemid=99 que têm um trabalho internacional notável.

Local:Em parceria com o  Espaço Portal em Águas Santas, Maia, de   Filipa Ventura

A Mulher precisa resgatar o Seu Sagrado Feminino, processo de completude com várias etapas onde os resgates – corpo, instintos, Eu, Alma-Self são gradualmente diferenciados e integrados, para que a Mulher viva a plenitude e a felicidade da Vida sem intermediários! As feridas de sexualidade, de afectos, dificuldades de amor, carências e vazios, resultam em grande medida, de uma dolorosa e “invisível” cisão com o nosso feminino. Precisamos recuperar o nosso Graal-elixir de uma nova consciência-Luz ancorada no corpo e unida à Alma feminina. O eixo do Graal da Mulher une útero –coração-seios, terra ao céu, no centro onde a linguagem da Alma revela à Mulher o imenso tesouro da sua feminitude.

                 

Temos o imenso prazer de anunciar o primeiro trabalho no Porto, neste âmbito de cura, integração e reconexão com o Divino Feminino, com a Alma feminina, tão particular e bela, para podermos receber completamente a Vida, e a ela aderir inteiras, na expressão do nosso maior potencial e felicidade!

AS DEUSAS EM CADA MULHER:

– Introdução ao sagrado Feminino, que tipo de Deusa é você

– As feridas das Mulheres e Deusas e os Relacionamentos.

– As Deusas do Amor: Rhiannon, Blodeuweed, Afrodite: aprender o Amor com estes arquétipos da alquimia da sexualidade e dos processos de iniciação feminina.

As actividades do CURSO pretendem propiciar à mulher o resgate e o fortalecimento do seu sagrado feminino, no reconhecimento e expansão da verdadeira soberania da Mulher. Este trabalho oferece uma nova abordagem da vida – um olhar a Vida através dos olhos da Mulher, que é filha da Lua por natureza – oferece oportunidades importantes de desenvolvimento pessoal e transpessoal apoiado nos antigos ensinamentos da Deusa. Este trabalho ensina a Mulher a permitir-se ser tudo o que ela nasceu para vir-a-ser e incentiva-a a expressar plenamente a sua criatividade e potencial. Num ambiente receptivo e acolhedor, reforçamos com uma renovada alegria o nosso senso de identidade, enriquecendo-nos na partilha de diferentes perspectivas e alimentamos a nossa espiritualidade. No sagrado caminho do Divino feminino, encontramos uma nova orientação, informação e experiência, que nos apoiam na plena manifestação, de nós e na nossa capacidade de vivermos a nossa verdade.

– A espiritualidade Feminina é uma evidência reemergindo nas nossas sociedades. É um caminho iniciático, chave de cura individual e colectiva.

– A cisão das Mulheres com a sua essência, ou o Feminino reprimido: – A progressiva perda do feminino na nossa cultura fez escalar as doenças e as compulsões da Mulher, a rejeição do seu corpo. Incapazes de lidar com o próprio corpo, seus ciclos, necessidades, instinto e intuição; Incapazes de aceitar lidar com a própria dor até que a integração dos opostos e do conflito interno possam conduzi-las à sua ressurreição; incapazes de celebrar a sua própria natureza lunar, cíclica, física. – Incapazes de compreender e honrar as iniciações e ritos de passagem do seu corpo: a menstruação, a sexualidade, a maternidade, a menopausa. – A mulher separa-se dos seus verdadeiros sentimentos, vive tentando agradar aos outros esgotando assim a sua energia vital.   A Espiritualidade Feminina ensina: – Só pelo restabelecimento da ligação com essa energia reprimida pode a mulher restaurar a sua integridade, curar-se, e libertar o espirito feminino aprisionado em si; – Só quando a sua personalidade está firmemente enraizada no seu sentimento feminino, pode a mulher libertar-se de comportamentos compulsivos.   – Só quando puder conscientemente reconhecer as suas emoções e começar a lidar directamente com a Vida, poderá começar a curar-se e o processo de auto-realização da Mulher. – A espiritualidade Feminina é uma evidência reemergindo nas nossas sociedades. É um caminho iniciático, chave de cura individual e colectiva. – A cisão das Mulheres com a sua essência, ou o Feminino reprimido: – A progressiva perda do feminino na nossa cultura fez escalar as doenças e as compulsões da Mulher, a rejeição do seu corpo. Incapazes de lidar com o próprio corpo, seus ciclos, necessidades, instinto e intuição; Incapazes de aceitar lidar com a própria dor até que a integração dos opostos e do conflito interno possam conduzi-las à sua ressurreição; incapazes de celebrar a sua própria natureza lunar, cíclica, física. – Incapazes de compreender e honrar as iniciações e ritos de passagem do seu corpo: a menstruação, a sexualidade, a maternidade, a menopausa. – A mulher separa-se dos seus verdadeiros sentimentos, vive tentando agradar aos outros esgotando assim a sua energia vital.  

A Espiritualidade Feminina ensina: 

 Só pelo restabelecimento da ligação com essa energia reprimida pode a mulher restaurar a sua integridade, curar-se, e libertar o espirito feminino aprisionado em si; – Só quando a sua personalidade está firmemente enraizada no seu sentimento feminino, pode a mulher libertar-se de comportamentos compulsivos.   – Só quando puder conscientemente reconhecer as suas emoções e começar a lidar directamente com a Vida, poderá começar a curar-se e o processo de auto-realização da Mulher.    – A espiritualidade Feminina é uma evidência reemergindo nas nossas sociedades. É um caminho iniciático, chave de cura individual e colectiva. – A cisão das Mulheres com a sua essência, ou o Feminino reprimido TEM TRAZIDO: – A progressiva perda do feminino na nossa cultura fez escalar as doenças e as compulsões da Mulher, a rejeição do seu corpo. Incapazes de lidar com o próprio corpo, seus ciclos, necessidades, instinto e intuição; Incapazes de aceitar lidar com a própria dor até que a integração dos opostos e do conflito interno possam conduzi-las à sua ressurreição; incapazes de celebrar a sua própria natureza lunar, cíclica, física. – Incapazes de compreender e honrar as iniciações e ritos de passagem do seu corpo: a menstruação, a sexualidade, a maternidade, a menopausa. – A mulher separa-se dos seus verdadeiros sentimentos, vive tentando agradar aos outros esgotando assim a sua energia vital.