quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

O PODER DO AMOR

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O PODER DO AMOR

 
ARTIGO DADO POR DRª. VERA FARIA LEAL AO JORNAL BRASILEIRO,
DIÁRIO DA REGIÃO.
 
2009. Todos os direitos reservados.
 
 
Perguntas da Jornalista Renata Fernandes - Diário da Região
 
 
1 - Qual o verdadeiro poder do amor? E qual a relação dele (do amor) com a espiritualidade?
 
VFL - Em primeiro lugar, o Amor é uma Lei Universal: Toda a criação é governada por leis. Os princípios que operam no mundo físico estudados pela ciência, são as leis naturais. Por outro lado, desde sempre que todas as sabedorias e conhecimentos espirituais, iniciáticos, revelaram leis subtis que presidem ao plano espiritual e à dimensão da consciência. De acordo com essa sabedoria, a verdadeira natureza da matéria está contida nestas leis. Conhecê-las é transcender gradualmente a dualidade da realidade aparente. Vivê-las, é conquistar a verdadeira liberdade interior. “Conhece a Lei e sê livre, dizem os mestres”. Ser uno com elas é assumir a nossa condição de seres espirituais a ter uma experiência humana e fundirmo-nos com o princípio primordial da Vida: o Amor Universal.
 
Assim sendo, a questão será: qual o Poder do verdadeiro Amor? É o Poder de evoluirmos e de cumprirmos o nosso propósito enquanto seres essencialmente espirituais a ter uma experiência terrena. Na medida em que nos formos identificando mais e mais com esta essência divina, a nossa consciência de que somos o Amor vai também expandindo, o que nos permite viver mais inteiros e mais felizes. Nesta medida, posso afirmar que o Amor é um estado de consciência que varia desde um nível muito básico, de sobrevivência, em que o Amor é vivido como sentimento de posse - o que eu amo é meu – até níveis cada vez mais conscientes, luminosos e livres. Quanto mais vamos sendo capazes de viver o Amor como adesão profunda à Vida, honrando a Vida em nós e aprendendo a respeitar e a praticar a Lei do Amor, com tudo o que nos vai acontecendo, mais a Vida fará sentido, mais um sentimento de que tudo está certo nos invade, nos bons e nos momentos mais difíceis. Sabemos que estamos a viver cada vez mais de acordo com a Lei do Amor, quando temos menos preconceitos, julgamentos, divisões, superstições redutoras (como: eu é que tenho razão) e instabilidade interior. Assim, o poder do Amor é o maior Poder: se o Amor é uma Lei Cósmica que cumpre o desígnio divino de assegurar a evolução espiritual dos seres, então este amor é o motor subjacente à evolução da condição humana primordial, rumo a um estado de iluminação, de consciência crística. Não há poder maior do que este: os eons (o tempo cósmico, milhões de anos) sucedem-se e o plano divino toma forma, independentemente do poder dos grupos políticos, económicos, militares, que, em cada época histórica pisam a terra.
 
Amar é unir: tal é o verdadeiro poder do Amor. Unir é curar, restabelecer, acreditar, é criarmos novos relacionamentos, nova vida e recriarmo-nos na crescente liberdade de sermos irradiadores de amor, à imagem e semelhança da Fonte.
 
 
2 - Como que uma pessoa sabe que ama?
 
VFL - A forma como amamos está dependente do nosso nível de consciência, da nossa qualidade vibratória (que é a soma da qualidade dos nossos pensamentos, intenções, emoções, actos). Se vibrarmos numa baixa frequência, se nos sentimos sobreviventes do amor, carentes e vazios, com medo de perder o pouco ou o nada que temos, tendemos a projectar nos outros esse vazio e passamos a chamar “amor” a essa carência. Neste estágio, o sentimento de posse é dominante: eu possuo quem amo! Nesta fase, as pessoas costumam ferir–se umas às outras ”por amor”; a verdade, é que se magoam mutuamente por desespero, quando quem pensavam que “possuíam” começa a revoltar-se.
 
A esmagadora maioria dos relacionamentos humanos começa assim, com este “equívoco” que fazemos do amor. Ele é na verdade um estado interior crescente de abundância que produz estabilidade emocional, mas começamos cedo a chamar amor às nossas carências. A partir desta primeira faísca ou inicio de relação, o desencontro desdobra-se até ao limite (se o deixarmos e se não mudarmos constantemente de parceiro para fugir da responsabilidade de encarar os nossos medos e insuficiências). Mas é exactamente no ponto em que tudo parece correr mal, estar perdido, a paixão já terminando, quando o outro nos devolve a nossa “fealdade”, aquilo que não é bonito de ver, através das suas cobranças, desinteresse e crítica, traição, insegurança ou agressividade, que tudo pode começar. A maioria das pessoas tende, neste ponto das relações, ou a trocar de parceiro ou a afundar-se no trabalho, na depressão ou noutro substituto para o vazio. Mas o que neste ponto precisamos fazer, é aprender a encara a morte-vida-morte do Amor, a necessária transformação da paixão num outro estágio da relação em que, através do que o outro nos espelha de nós que não é agradável, aprendemos a reconhecermo-nos, a recolher as nossas projecções ilusórias sobre o outro, a responsabilizarmo-nos pelo nosso próprio processo de individuação , de autonomia e de estabilidade emocional.
 
Quando caminhamos no sentido da liberdade interior, da maturidade, do assumir responsabilidade por nos amarmos a nós mesmos, sentimos que o amor nos expande e acrescenta, nos torna melhores pessoas porque nos oferece a oportunidade de nos doarmos incondicionalmente, como escolha consciente e não moeda de troca para cobranças e chantagens emocionais. Quanto mais amadurecidos e firmados no auto-respeito e amor próprio, mais o amor é uma experiência que nos liberta para os sins e os nãos, sem nos sentirmos culpados por nos afirmar; mais amamos com respeito pela liberdade de escolha do outro. Quanto mais amadurecemos no Amor, mais libertamos quem amamos para o seu próprio projecto de vida, mais queremos para o outro o que for melhor para ele, mesmo que isso por vezes ainda nos traga alguma insegurança.
 
 
3 - Qual a importância do amor na evolução espiritual de cada um?
 
VFL - O amor quanto mais evoluído, mais se torna uma escolha da inteligência amorosa do coração: o amor não é cego: ele relaciona-se com a qualidade de cada ser. O Amor como Lei, É a evolução espiritual de cada um. O amor como vivência entre seres conduz primeiro ao processo da individuação – saber quem somos, o que queremos e o que não queremos, os preços que pagamos e aqueles que nunca mais vamos pagar, porque aprendemos um dia que é melhor pagar o preço para evoluir do que para não crescer emocional e espiritualmente. Esta experiência vem necessariamente, através dos conflitos, das desilusões, das mortes para os desejos do ego e do resolver das necessidades imaturas e infantis de que o outro seja o pai/mãe que não tivemos (ou que tivemos mal). A Vida presentea-nos com as desilusões necessárias para que um dia, aprendamos a recolher as nossas ilusões, reconhecer as nossas falhas, limitações e vazios, e a responsabilizarmo-nos por cuidar de nós próprios. Neste processo, aprendemos e crescemos muito – fazemos uma alquimia psicológica importante e esperançosamente, reconhecemos e aprendemos a lidar com o que o outro sempre nos espelhou, mas que não quisemos ou não pudemos ver antes. Assim teremos a oportunidade de integrar a nossa própria sombra, reconhecer as nossas intenções inconscientes nas relações, de nos tornamos mais inteiros, energizados, vitais e poderosos interiormente. Em todo esse processo afinal, aquele que foi castrador ensinou-me a conquistar a verdadeira liberdade – de ser eu mesmo; aquele que me traiu ajudou-me a deixar de me trair a mim mesmo e a aprender a ser fiel ao meu próprio projecto de vida e assim por diante.
 
Depois de sabermos quem somos, um dia saberemos que somos todos UM – na essência que partilhamos, nos anseios da Alma que em cada um de nós anela pelo mesmo, na necessidade de expressão genuína do desejo do coração. Este processo é uma caminhada espiritual, a que o Amor nos conduz numa sucessiva expansão de consciência onde um sentido interior de unificação, propósito e doação genuína e livre de nós mesmos, nos devolve beatitude, graça, sentido para a existência. Tal é a suma importância do Amor na nossa evolução espiritual.
 
 
4 - Qual a relação entre o desapego e o amor?
 
VFL - O Amor ensina-nos a ser sóis irradiadores da luz da consciência, não meramente satélites a orbitar na dependência do outro. O apego identifica-se com os níveis mais inferiores que a experiência humana faz do Amor. Ele relaciona-se com uma forma de amar “lunar”, imatura, em que exigimos que o outro satisfaça todas as nossas necessidades. No apego, não é possível sentirmo-nos livres para amar cada vez com menos condições, limitações e regras. Neste nível mais básico em que o apego se expressa, a segurança vem-nos daquilo a que chamamos “meu”: o meu parceiro, a minha família, o meu dinheiro, as minhas posses... Na medida em que a vida nos retira esta falsa segurança (um divórcio, uma doença, despedimento, ou outra forma de crise) somos gradualmente convidados a experienciar uma dimensão mais criativa e começamos a aferir um sentido de segurança a partir do “Eu”. Começamos a acreditar que temos a capacidade de nos sustentar, de fazer oportunidades acontecerem, de ter amigos gratificantes, de....
 
Numa terceira etapa, aprendemos finalmente, a confiar na Vida: o desapego nasce da alquimia profunda de quem fez um trabalho integral consigo mesmo: com a mente e as crenças, as emoções e os relacionamentos, os ensinamentos e a prática espiritual. Aprendemos gradualmente a ler os sinais por detrás da forma que os eventos tomam, descodificamos as lições a tirar do que nos sucede e compreendemos claramente que há uma intenção oculta subjacente a tudo o que acontece. Aprendemos a confiar nessa intenção, mesmo que não compreendamos logo todo o sentido do que se está a passar e confiamos que a Vida nos encaminha e conspira para o nosso maior bem, de acordo com o nível de consciência que conseguimos alcançar. O desapego é este processo relacionado com uma confiança cada vez mais profunda e sólida na Vida, um maravilhar ante os seus mistérios, uma rendição à sabedoria do Universo que nos criou, conduz e transforma. O desapego verdadeiro nunca se confunde com indiferença, negligência, alienação ou irresponsabilidade. Ele acontece tanto mais quanto compreendemos e vivenciamos a realidade de que não somos um corpo físico, não somos os nossos pensamentos, não somos posses nem títulos, não somos um clã nem somos os nossos relacionamentos. Por isso, não podemos fazer depender a nossa estabilidade de nenhum destes factores, embora trabalhemos com todos eles. Eles servem-nos, mas não nos definem, em ultima instância. Porque o que nos define, no final de tudo, é o que não perece e não muda: o Amor Maior.
 
 
5 - Ao mesmo tempo em que se prega a necessidade de autoconhecimento e amor-próprio, diz-se que a maturidade espiritual chega a partir do momento em que as pessoas se preocupam mais com os outros do que consigo mesmas. Como lidar com essa dualidade? O que pensa sobre isso?
 
VFL - Não é uma dualidade, mas um processo que integra ambos, como o dia se sucede à noite. Temos a responsabilidade de descobrir quem somos e a vida, através dos relacionamentos e das circunstâncias onde temos que fazer escolhas, está-nos sempre a ensinar isso mesmo. A primeira regra da espiritualidade é conhecermo-nos e cuidarmos do corpo físico, que é um templo do espírito (não um túmulo do espírito!). Enquanto não aprendermos a honrar a Vida em nós, aceitando-nos, respeitando-nos e amando-nos, como podemos fazer jus à sacralidade de toda a Vida? Enquanto não nos amarmos e aceitarmos, não poderemos receber suficiente nutrição da vida, sob diversas formas. A nossa falta de amor reverberará com a carência e a escassez e será isso que atrairemos. O universo trata-nos como nós nos tratamos a nós mesmos, uma vez que a Vida respeita sempre o nosso estado de consciência.
O ser humano tem diversas valências e aspectos que estão em diferentes níveis de desenvolvimento. Por exemplo, há cientistas com uma mente genial, mas com um desenvolvimento emocional muito deficitário. Há atletas com uma sofisticação física ímpar, mas com capacidades sociais extremamente baixas; há pessoas com sabedoria espiritual, mas com uma inteligência emocional reduzida. Os problemas surgem quando queremos dar muito de nós sem estarmos ainda preparados. Nessa altura, é comum as pessoas usarem (muitas vezes inconscientemente) a espiritualidade como fuga ou alienação, enquanto toda a sua vida material e relacional está um caos. Há pessoas que dão porque não sabem receber e essa torna-se a sua moeda de troca para uma auto estima frágil e uma vitimização disfarçada. Estas pessoas não dão: arrancam de si o que não têm para dar e começam a perder minerais, cálcio, ferro... é mais fácil fugir do nosso vazio e inferno pessoais desatando a dar aos outros, do que encararmos os nossos fantasmas e fazer algo sério por nós mesmos. O problema é que, a prazo, o preço disto é desastroso e pesado.
 
A nossa primeira responsabilidade é para connosco mesmos e nesta medida, somos a pessoa mais importante das nossas vidas. Só a partir de uma postura honesta e responsável perante nós mesmos será possível evoluir no todo que somos: no instintivo, no emotivo, no racional, nos valores, nos comportamentos, na espiritualidade. Não se pode dar o que se não tem e quanto mais desfrutar da Vida, mais vida terá. (“Porque ao que tiver lhe será dado; e ao que não tiver, até aquilo que julga ter lhe será tirado: SãoLucas 8,18”). Os mestres ensinam-nos a disciplina, as práticas espirituais, a atenção, a necessidade de ensinamentos, a gratidão pelo tanto que temos. Gradualmente, e na medida da nossa dedicação e intenção, podemos vir a dar aos outros com verdade, a partir de uma abundância interior e não de uma carência. Do meu ponto de vista pessoal, esta abundância só se consegue quando aprendemos a nutrir a nossa Alma com meditação, união com a Fonte divina. A partir de certo estágio de iniciação espiritual, vive-se cada vez mais para o serviço e a realização do plano divino sobre a terra.

 
6 - Acredita que as pessoas 'comuns' sejam capazes de amar a todos de maneira incondicional ou somente os 'grandes mestres' teriam esse "poder"?
 
VFL - Como já referi, a capacidade de Amar incondicionalmente depende da qualidade vibratória, do nível de consciência de cada pessoa. Uma consciência “comum” não tem esse poder, não conquistou o desapego perante as suas expectativas, não tem ainda a cristalinidade que caracteriza a inteligência amorosa do coração, na sua pureza. Os mestres existem para nos ensinar, animar e apoiar. Acredito que todos estamos – embora em níveis diversos - neste caminho de virmos a ser Mestres.
 
 
7 - O que muda no comportamento de uma pessoa quando ela passa a amar verdadeiramente?
 
 
VFL - A pessoa deixa de ser manipulável e já não faz chantagens emocionais – o auto-respeito e o amor pelo outro são sagrados e a relação torna-se uma oportunidade para praticar esta doação activa e criativa de si mesmo. A pessoa torna-se mais presente para a outra, mais atenta ao que é bom para a outra pessoa, e não precisa de provas de amor porque o amor não é usado para aferir o seu valor. O amor torna-se uma irradiação natural do seu estado de liberdade interior, liberdade dos seus medos, dependências, apegos e ilusões. Torna-se mais tolerante, generosa e contente e sintoniza-se com o maior bem de todos envolvidos. Torna-se mais fácil assumir com naturalidade as suas próprias limitações e não usa as dos outros para obter qualquer tipo de vantagem. O amor encontra sempre formas de ser útil, de tocar o outro, de encontrar uma solução, de expressar a sua benção, de unir e fazer pontes. Ela é mais autêntica e respeitadora das suas necessidades e das dos outros. Ela transcende-se e ultrapassa novos limites que antes julgava impossíveis. Ela aprende a ver a qualidade do outro que ama e ama cada vez mais, identificada com a qualidade amorosa de quem ela se liga. Cresce na aceitação dos defeitos do outro e porque acredita na sua luz e potencial, ajuda-o extraordinariamente a manifestar essa mesma luz e capacidade. Ela sente-se mais grata, mais pacificada e realizada.
 
8 - Qual a importância de acreditar ou não em Deus para a existência do amor? Acredita que 'Deus seja amor'? Por quê?
 
VFL - Há pessoas que frequentam instituições religiosas assiduamente, mas que não possuem nem sabedoria espiritual nem um coração amoroso. Há outras que não frequentam Igrejas e que podem ser iletrados, mas que têm uma prática de vida fraterna e solidária. Não é preciso acreditar na Lei da gravidade para ela se manifestar: ela existe independentemente da nossa vontade ou crença. Acredito que para as pessoas que têm um sentido inato de Amor incondicional, que praticam a solidariedade como uma expressão natural de quem são, é importante receberem ensinamentos espirituais, pois o Amor está ligado à sabedoria. Nesta civilização completamente des-sacralizada em que se perderam os valores mais perenes da existência humana e as prioridades estão revertidas (o primado do lucro e a poder da ganância e da ignorância) não me parece possível viver um amor cada vez mais incondicional sem se fazer uma caminhada espiritual. Sem se meditar na essência profunda desse amor que é um mistério e um aparente paradoxo nesta civilização do consumo, do primado das aparências, do egoísmo, do isolamento. Acredito como S. João, que Deus é Amor. Há muitos porques que poderia partilhar, mas ficam apenas alguns:
 
-         Porque quando me recolho para meditar no silêncio da minha alma, em yoga com a Fonte, vivo uma paz que excede o meu entendimento. Vivo muitas vezes, um sentimento de grande Amor pelos meus semelhantes, que não tem raiz em mim, senão um canal por onde perpassa. A fonte vem da eternidade.
-         Porque enquanto Astróloga, o estudo e investigação da evolução das vidas humanas têm-me mostrado muito claramente, que a evolução que nos é proposta vai no sentido de nos tornar-mos mais inteiros, unificados e plenos. Só uma imensa consciência cósmica de amor poderia ter elaborado tal plano e manifestar tal intenção, quer numa flor que desabrocha, quer num olhar de um recém nascido, quer na alegria de uma criança.
 
De qualquer forma, sei bem que Deus não se prova e que não podemos convencer ninguém a acreditar. “Experimentar” a existência de Deus é uma graça que precisamos conquistar, estar prontos para receber, assim como para termos mestres, precisamos merecê-los (através da nossa disponibilidade, questionamentos, busca, vontade e humildade).
 
 
9 - Pode dar algumas dicas sobre como as pessoas podem desenvolver melhor o amor que têm dentro de si?
 
VFL:
-         Todos os dias dar passos no sentido do desenvolvimento físico, mental, emocional e espiritual. Trabalhar-se a si mesmo compensa.
-         Estar grato pelo que se tem.
-         Partilhar os seus recursos ajudando outras pessoas (com o seu tempo, energia, sabedoria, humor, amor, recursos, etc).
-         Fazendo meditação diariamente para se conectar com a Fonte em Si mesmo.
-         Desistindo de querer viver de acordo com as expectativas dos outros, pois esta é uma boa definição de inferno.
-         Perdoar o passado e libertar-se das mágoas que impedem que as bençãos cheguem à sua vida.
-         Responsabilizar-se pelo seu próprio projecto de vida e crescer na sabedoria e na consciência de que é cocriador da sua vida. É o guionista, o actos principal e o realizador do filme da sua vida. Que filme escolhe e que papel fundamental é o seu?
-         Rir mais.
-         Procurar o equilíbrio nas suas actividades e entre o tempo que dedica aos outros e o tempo que precisa para si.
-         Brincar com a sua criança interior.
-         Lembrar-se muitas vezes ao dia que cada em cada segundo, o Universo lhe oferece o melhor. Desfrute!
 
 
Vera Teresa De Faria Leal
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